• Cintia Almeida

Casamento: namoro que deu certo

Namoro ou noivado é como uma estrada que a gente pega com o objetivo de chegar a algum lugar. É preciso definir onde se quer chegar.


Não faz sentido pegar a estrada sem ter definido o destino: percorrer quilômetros, gastar combustível, pagar pedágio, sem ter uma cidade como objetivo. É perda de tempo. Ou pior: saber para onde ir e pegar a estrada errada, conscientemente. É insensatez.


No exemplo da estrada, é fácil identificar a perda de tempo ou a insensatez. E nos relacionamentos?


Manter um namoro que se arrasta há anos, em que um dos dois ou os dois não dão passos concretos na direção do casamento, é pegar a estrada errada. Entrar num relacionamento que não tem como objetivo o casamento (independente se é cedo para pensar nisso) é entrar numa rodovia sem destino.


É preciso projetar a relação e avaliar se, diante do que vivem, estão trilhando um caminho rumo ao sacramento do matrimônio, segundo a vontade de Deus. Porque de casamento a sociedade está cheia. Tem um a cada esquina. E uma separação a cada esquina também. Me refiro ao sacramento: sinal de Deus na terra. Algo indissolúvel, para vida toda.


Então, a pergunta é: hoje, eu casaria com ele? Desejo viver todos os dias da minha vida ao lado desta pessoa? Na alegria, na tristeza, na saúde, na doença, todos os dias das nossas vidas?


Se a resposta for "não", é necessário identificar e avaliar os motivos para que suas escolhas sejam conscientes e maduras. Porque somos livres para escolher. E não podemos frear as consequências nas nossas escolhas: ela virão, sejam boas ou não.


Se a resposta for “sim”, siga em frente. Namoro é tempo de autoconhecimento, de deixar-se conhecer e conhecer o outro. Acima de tudo, de conhecer a vontade de Deus para ambos. É tempo de colocar Deus no centro, de viver a castidade, de orar juntos (e separados também), de ser quem é sem medo, de rir juntos. Precisa ser leve. Precisa sonhar com o futuro. E viver cada dia dando passos em direção ao PARA SEMPRE!


Casamento é cumplicidade, parceria, requer diálogo, doação, perdão e um desejo profundo de fazer o outro feliz. Tudo isso se vive a partir do namoro. Não é mágica. É uma construção diária, a partir do esforço de cada um.



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