• Cintia Almeida

Você sabe dar e receback feedback?

Se a palavra feedback, na sua concepção, vem acompanhada de adjetivos negativos e até de uma certa tensão, certamente é porque você ainda precisa conhecer os benefícios que essa prática traz, desde que realizada com a real intenção de contribuir para o crescimento de quem recebe.

E aí é que está o ponto chave. Do lado de que dá o feedback, a intenção de contribuir para o crescimento do outro e o objetivo de alinhar expectativas versus entregas, quando se trata do ambiente coorporativo. Do lado de quem recebe, a abertura de ouvir os pontos positivos mas também o que tem a desenvolver. Afinal, sempre é possível ser melhor.

Tendo isso claro, a efetividade do feedback dependerá também da consistência dos exemplos apresentados para ilustrar cada um dos apontamentos, tanto positivos quanto a desenvolver. Afinal, o feedback precisa estar pautado em fatos.

E é importante estabelecer empatia para que a conversa flua naturalmente.

Mas não basta a conversa. É necessário estabelecer um planos de desenvolvimento específico, mensurável, atingível e com data de término. Caso contrário, fica impossível avaliar o desenvolvimento de quem recebe o feedback.

Acima de tudo, feedback precisa ser algo contínuo e constante. Não é necessário esperar um momento formal. Aliás o melhor é não esperar o momento formal, assim, é possível ajusta a rota enquanto se está a caminhos. À medida em que vamos colhendo os frutos do desenvolvimento pelo feedback, é possível incorporá-lo ao cotidiano para que o dito "momento formal", não seja uma surpresa para que recebe.


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